Arquivo mensal: dezembro 2008

Jingle Bells & 2009 – meus votos, meus desejos, minhas promessas


(árvore de Natal 2008 – casa da Bela)

Amorecos e Amorecas,

No Natal:
Que seja tudo lindo, colorido, aconchegante, delicioso, perfumado, quentinho e amoroso. Muito cafuné, muito abraço, muito beijo, muita gente amada pra fazer muito “timtim”, muito presente e muita risada.

Em 2009:
Harmonia, saúde, boas perspectivas, garra, humildade, mais saúde. Educação, boas maneiras, gentileza, lealdade, coração quentinho, mais um tanto de saúde. Sucesso, prosperidade, constância, disciplina, paz, carinho, um lindo horizonte, barulhinho de vento, pés quentes, cheiro de café novo e mais umas pitadas de saúde. Muito livro bão, peças de teatro espetaculares, músicas que tremeliquem o coração, muito choro de alívio, prazer, emoção e alegria. Muito riso, muito siso. Belas pessoas. Belos bichos. Belíssimos companheiros de viagem. E Fé no que você quiser.

… acho que é isso aê…
Tamo junto e misturado!
E só vale se for muito bom pra todo mundo!

Amocêis

Até a volta!

A despedida

Essa ai foi a escolinha que acolheu, cuidou e instruiu meu filho caçula por três anos.
Jardim de infância público, modelo do governo, que nos deu uma verdadeira lição de respeito à individualidade, de carinho com disciplina, de como se deve tratar uma criança. No nosso caso, uma pessoinha curiosa, faladeira, perguntona, questionadora e cheeeia de histórias pra contar.

Cada pedacinho da escola era pensado para os meninos, com todo o carinho, e tomando o devido cuidado de não ‘pasteurizar’ os comportamentos e gostos.

Essa turminha ai, como se pode perceber pelas caras de santos, não deu refresco,
nem um diazinho.

A Tia Gê, que quando precisava me puxava as orelhas, me chamava pra esclarecer, descobrir, investigar e auxiliar meu menino em sala, e não descansou enquanto não teve o melhor dele.

Meu filhote se comportou lindamente durante a despedida.
Tai, vestido de Rei Mago – não sem ter se acabdo de rir de um Papai Noel que chegou de moto reclamando do trânsito. E desde quando se divertir não é sinônimo de aprender?

Felipe, o anjo, e Caio, com o terceiro Rei Mago, tiveram três anos pra construir uma relação deliciosa com a escola e com o conhecimento.

Eu, agora, saio meio órfã pra procurar um outro colégio que o receba, respeite e não o deixe desistir de aprender, esmorecer na busca pela sua instrução, que permita que ele seja sempre essa pessoa curiosa e descobridora que ele é.

…tão difícil isso…

Eu só queria mesmo dizer que sou gratíssima ao excelente trabalho que fizeram e sei que continuarão fazendo. E que eu sentirei muitas saudades. Tenho certeza que o Caio também.

My oooh sooo lovely inbox


De: Sil (vana)


(Foto: http://www.duasaguas.com/)


“Toda pessoa deve ter três caixas para guardar humor: uma caixa grande para o humor mais ou menos barato que a gente gasta na rua com os outros; uma caixa média para o humor que a gente precisa ter quando está sozinho, para perdoares a ti mesma, para rires de ti mesma; por fim, uma caixinha preciosa, muito escondida, para as grandes ocasiões. Chamo de grandes ocasiões os momentos perigosos em que estamos cheios de dor ou de vaidade, em que sofremos a tentação de achar que fracassamos ou triunfamos, em que nos sentimos umas drogas ou muito bacanas. Cuidado, Maria, com as grandes ocasiões.”

Fragmento de “Para Maria da Graça” Paulo Mendes Campos, in Para gostar de ler, crônicas, São Paulo, Ática, 1979, v.4, p.73-76

Barra do Serinhaem ou a boa notícia do dia, da semana, do mês, do ano

Sem querer contrariar muita gente, venho informar que acabamos de fechar a casa pro verão. Vou passar o Ano Novo/meu aniversário lá.
Muito barulho, muita gente, muita zoeira, muito trio elétrico passando, muito nêgo gritando…como vocês podem ver a seguir:


Aqui é um braço de rio, ó.


Aqui é o ladinho que dá pro mar, viu?


Aqui é a praia mais pertinho. Da porta pra lá dá o quê?
Uns 20 passos?
E cheia, né?
Um horror. Um horror.


É aquela pontinha ali, tá vendo?
E fica na BAHIA, óbviamente.
(é com acento lá, tá pensando o que?)
.

Semana do saco cheio. Num é essa, não?

Como chove, não?

***

Bom, afora o nariz que me obriga a falar duas ou três vezes cada frase – enquanto o povo cai na gargalhada -, eu tou bem.
Exagero?
Experimente falar rouca e anasalada, pelo telefone: “compra um sorine pra mim” e depois vem conversar comigo, râni bâni!

***

E eu nunca sei se eu escrevo coco, côco…nunca. Fico com medo de mandar a pessoa tomar água de outra coisa. Mas enfim, sempre mando. Entenda como quiser. Se vc for partidário da Teoria da Conspiração ou antipatizar com a minha pessoa, entenda a parte escatológica da coisa, fique à vontade. Porque eu, sinceramente, não tenho paciência com esse nêgos que se acham o umbigo no mundo. Tenho não.

***

…eu passo a maior parte do tempo trabalhando, me esforçando pra fazer deste um lugarzinho melhor, com pessoas mais felizes, pelo menos as que tão por perto. Eu passo a maior parte do tempo que eu teria pra PRODUZIR, CRIAR, administrando humores (tá, também o meu, porque Deus é testemunha de que eu não sou nada fácil). E eu sei o que me custa esse sorriso, essa vontade de fazer melhor todo dia . Eu sei o que são olhares e intenções contrárias ( sem falar em ações, claro). E eu sei que a frustração disso não funcionar, tantas e tantas vezes, tenta sem descanso me envenenar. Mas eu sou bobinha, finjo que não vejo e saio pulando as ondas gigantes como se fossem ‘corguinhos’. Porque se eu prestar atenção na altura, se eu tirar os olhos do horizonte, eu desisto…

Mais mentes brilhantes armam uma investida contra. Eu fico bes-ta da capacidade de ‘inventar’ teorias. Eu fico mesmo. Eu não acredito em todo o investimento de tempo e energia pra na-da.
Só pra teorizar uma coisa que, simplesmente, não existe. Imagino que se fosse em prol de um bom trabalho, daqui sairiam prêmios em avalanche… Dai tem o imenso trabalho que isso gera pra ser desfeito. As posturas dos bestas que se enrijessem, que deixam de falar, que passam a fazer outras caras. Dois trabalhos, né? Fazer e desfazer. O problema aqui é de contaminação. É quase uma epidemia de imbecilidade. Eu tou pasma.

…acho que eu tou é cansada, sabe?

Chegaaaaaaaaaaaa, 2009!*

*Diz o diabinho no meu ombro esquerdo: “hum hum, como se o nove no lugar do oito fosse resolver, minha filha!”

N.E: No patience, No tags!

Um tico de tudo

Ela foi convidada pelo IG e resolveu topar a parada.
Habemos Fal em mais um local.
Pra babarmos em maior número e mais vezes, colegas.
É aquilo que a gente repete sem cansar: é o trabalho que atrapalha a nossa vida social, né?

***

Depois das frases lapidares da filha de Mani: “não vá para a luz” e a “culpa é inútil”. Além de Mani, que é sempre, sempre um presente. Agora tem Dr. Henrique, amado marido de Mani, com seu blog.
Aguentem.
Ter uma família toda assim, espetacular, não é coisa que se dá em qualquer canto e com qualquer pessoa.
Mani, minha querida, você tem todo o direito de ter um ego megazord, mais inflado e lustrado do que tudo!

***

Caras, se vcs souberem de alguém gripado em Brasília, corram léguas desta criatura (eu eu eu!).
Essa gripe que tá por ai, meu bem, é papo pra gente grande, viu?
Gripe de dar vontade de ficar enroladinha na cama, de meia, sozinha, chorando.
Com aquela sensação de terem passado seu corpo todinho no moedor de carne (eitcha vêiera!)… no multiprocessador.

Meu irmão entrou naquele remédio novo, a Benzetacil, sabe? Meia banda de bunda inutilizada. Meu sobrinho descambou pra asma e meu filhote pequeno passou uma semana com o nariz de rolha e agora tosse que dá dó.

E eu? tô pôdi!

***

A Mi disse que tava chovendo gostosinho lá. Eu reclamei da chuva daqui, porque se a gente pára de reclamar, né? Fica tudo muito certinho, nos conformezinho e assim num dá.
E nem tou mentindo, porque SC e ES estão debaixo d’água, literalmente.

Aproveitando as novas regras dos call centers, esse bando de organização de Defesa do Consumidor, podia regular os pedidos divinos, né?
Tipos: “minha senhoura, estamos informando que precisamos estar definindo se é em cm, km2, ml, kg, metro cúbico, ano, mês ou o quê?”

***

Que eu adoro médico e dentista de plano de sáude, eu já disse?
Eles são tão ótimos, né?
Eles estudam o mesmo tempo que os outros?
E eu pago uma pequena fortuna mensal pra receber esse atendimento impecável?
E eles o-dei-am quando a gente questiona qualquer coisa?
E quando a gente reclama eles querem nos matar?

Isso significa que eu não deveria me manifestar porque o melhor que fica é do jeito que tá?

…ah, entendi.

Alguém conhece um advogado especializado?

Porque eu acabo de me dar conta de que, por isso, deixei de comprar um BMW(é sério, eu fiz as contas!!), de ir pro casamento da Linoca(e bater muita perna nas Zorópas com Isa e Claudin!) e de tantas outras coisas… que só mesmo um bom processo vai me acalmar.