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Conversa mole do dia-a-dia

Leseira tropical. silêncios X palavras.

Tem dias como hoje, em que só escrever me salva. Não quero falar com ninguém. Sobre nada.
Temores, tremores (eu ia dizer frêmitos, mas é muito Florbela Espanca), medos… Uma coisa se avolumando por dentro. Densa. Uma massa de dúvidas e medos. E o calor… Que amalgama tudo numa leseira tropical.
Tem uns dias solares, claros, fortes que podem se tornar exatamente o contrário do que prometem ao amanhecer. E depois de tanta labuta, por encanto me lembro do caminho pra dentro e tudo parece tolo. Raso.
Tenho exigências de me tornar o que sou desde sempre. Olha que coisa que parece mais boba… E é nesse território tão meu que me movo, hoje, lentamente, me sentindo num pântano de sensações. Perdida numa nuvem escurecida de… estranhamento.
Logo eu que me acho conhecedora das minhas capacidades e limitações, do meu poder de mudança e no mesmo grau das minhas possibilidades de estagnação, entro na briga disposta a dilatar esses limites até onde for possível.
Tenho habilidades que reconheço e defeitos que tolero. Sou rápida, franca, clara, curiosa, leio tudo que me cai nas mãos, falo bem, sei lidar com pessoas (mesmo as mais difíceis) – gosto tanto da possibilidade de interferir em processos que melhorem a vida das pessoas , que faço isso até profissionalmente -, o meu bom humor constante. Sei ficar em silêncio e gosto. Hoje valorizo muito o que quero dizer, não falo por impulso, sou paciente. Do outro lado tenho a teimosia, a impaciência pro óbvio (hahahahaha que óbvio é esse, alguém há de perguntar), a intolerância com a grosseria e a humilhação que me faz virar um bicho esquisito de tão tosco, a indolência, a falta de disciplina.
Tenho aprendido muito sobre determinação e perseverança… Mas confesso que o caminho da procrastinação me tenta sempre com a beleza, intervenções em palavras e sons ao acaso, gentilezas, convites quase irrecusáveis de contemplação, papos descompromissados e gargalhadas me provocam a cada 15 minutos, senão com mais frequência.
No entanto, às vezes, como hoje, me dou ao luxo de ficar só. E um café, um livro e o silêncio me dão tudo que preciso. Além da tela em branco. 😉

SILENCIO_BANCO

aaaasonho

Tem tanto tempo que não lembro dos meus sonhos…    

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Eu escrevo por pura teimosia. Quando não consigo dormir, não quero comer, conversar, ver ninguém. Nem TV. Nem ler.

Então, escrevo.

Capricornianamente, escrevo. Pra não esquecer. Pra lembrar de lembrar.

Escrevo pra falar de coisas que se apagarão da minha cabeça, fugirão da minha alma, feito pluma no vento.

Escrevo pra fazer barulho no teclado e não ouvir o ruído do coração.

Escrevo pra me despedir das dúvidas, descartar as possibilidades, colecionar sugestões.

Escrevo como quem senta no boteco pra falar bobagem.

Escrevo até embaralhar as letras, sentir dor nos punhos, trocar as linhas, cochilar no teclado.      

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Passa uma vida… Pra aprender a dividir o que há de mais fundo: Medos, angústias, poesias que boiam dentro do peito sem que ninguém saiba, dúvidas, suspiros, planos, choros solitários no Box do chuveiro sem que ninguém ouça, dores guardadas, abraços antigos, velhas esperanças, frios na barriga, vertigens, gozos, musicas íntimas, pânicos, alegrias plenas, respirações curtas, olhares eletrizantes, crises de riso cúmplices, amores e desamores.

Histórias de quem fui, como fui, até ser aqui.

E te falta coragem de ouvir.

Terra, terra… geminianos ou roda viva…

Minha amiga Maga Meg me disse em português claro que meu  ascendente em gêmeos me faz ser uma capricorniana “atípica”. Ela é doce, por isso não disse logo: “minha filha, tem quantas ai dentro?!” ou  “comé que alguém te entende??”

Nas voltas que o meu mundinho particular já deu, aprendi que é por esse molejo-mutante, pelo poder de me recriar e reinventar que eu me salvei. Sempre. Ave jogo-de-cintura-geminiano!

Mas quem me define é meu amado Murilo Mendes. Muito melhor do que eu mesma a mim.

 

Cantiga de Malazarte

Eu sou o olhar que penetra nas camadas do mundo,
ando debaixo da pele e sacudo os sonhos.
Não desprezo nada que tenha visto,
todas as coisas se gravam pra sempre na minha cachola.
Toco nas flores, nas almas, nos sons, nos movimentos,
destelho as casas penduradas na terra,
tiro os cheiros dos corpos das meninas sonhando.
Desloco as consciências,
a rua estala com os meus passos,
e ando nos quatro cantos da vida.
Consolo o herói vagabundo, glorifico o soldado vencido,
não posso amar ninguém porque sou o amor,
tenho me surpreendido a cumprimentar os gatos
e a pedir desculpas ao mendigo.
Sou o espírito que assiste à Criação
e que bole em todas as almas que encontra.
Múltiplo, desarticulado, longe como o diabo.
Nada me fixa nos caminhos do mundo.

 

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Faxinas, voltas, aranhas e afins

Tou voltando… aos pouquinhos, rearrumando a vida pra ter mais tempo.

Começo de ano, novos planos, projetos,  idéias… Mas pra começar tudo direitinho, teve que rolar aquela faxina básica: limpei todos os cantinhos, joguei o que não serve mais fora, tirei as teias de aranha, espantei os insetinhos.

Deu trabalho, mas eu garanto que vale a pena.

No dia seguinte, corpo moidinho e olhos novos de ver as coisas. Casa nova. Vida nova. Teve uma energia que chegou com a limpeza e outra que levou embora um monte de coisas incontabilizáveis. Amém.

Entonces, foi disso que me ocupei no dia seguinte ao Natal – Graças a Deus em muito boa companhia. Faxina de lavar, com água corrente, a casa. De tirar as coisas tooodas de dentro e reorganizar tudo em novos lugares. Novos espaços dão uma sensação diferente… De coisas possíveis. Mesmo no mesmo lugar de sempre.

Mas depois que eu descobri que era boa faxineira – em companhia de um ótimo faxineiro! 😉 –  acho que o que eu aprendi de melhor em 2010 foi ouvir, tentar esquecer os julgamentos, tentar me colocar no lugar do outro, respeitar sempre, independente do que seja e por menos que eu concorde.  E falar menos, sabe?

Então acho que em 2011 vamos continuar no treinamento.

Mas tem outros projetos em andamento.  O primeiro que já está começando é esse aqui: www.minusculosassassinatos.com.br.

Torçam, venham ver, me dêem opinião!

beijos e ‘vamo que vamo’ que a ladeira é íngreme mas a gente gosta de subida!

ps: tou pra lançar uma campanha: “Mulheres pela delicadeza no trânsito!”. Depois eu conto mais.

Abraço, preguiça e twittadas

Sabe o que é abraçar uma pessoa?

Num tou falando de dar tapinha nas costas ou do abraço social. Nada disso…

Tou falando de abraçar no sentido mais ‘Full’ possível. Xô ver se eu explico melhor…

Eu abraço pessoas que eu amo. E eu amo as pessoas que abraço, assim, com tudo, quando eu abraço e me sinto abraçada, sabe?

Quando a gente sente que quer aquela pessoa por perto, durante a vida. Quando a gente sente que naquele contato frontal, que passa do olhar ao movimento de receber essa pessoa no seu coração, peito com peito, calor, plexo… Sabe o que eu tou falando?

Não é de amor sexual. Nem de abraço sensual. Pode até passar por isso. Mas é além.

É um entrelaçamento, é uma declaração de que você recebe aquela pessoa daquele jeitinho que ela é. É uma aceitação amorosa, é um jeito de dizer pra pessoa e constatar em você, sem uma única palavra, que a gente ta se acompanhando, daqui em diante. E que não tem que ter medo, porque mesmo que haja uma discordância, uma briga, um momento mais tenso, menos doce… A gente sempre vai ter aquele abraço.

É apesar de qualquer coisa. É sobre todas as coisas.

Acho que esse ABRAÇO devia ser grafado sempre em azul, em maiúscula, com letra cursiva, pra ser grande, arredondado, confortável e amoroso… comme il faut.

***

Num sei quem foi que me perguntou o que me dá preguiça…

É porque eu tou numa fase assim: se eu tou com preguiça, eu anuncio aos quatro ventos, enfaticamente, “tou com preguiça agora, dá licença?”.

Beibe, 13 anos de cuidar de casa, filhos, marido, escola, trabalho, de mim, da cachorra, dos amigos e de tudo mais, sacumé?

Tou me sentindo no direito total e completo de ter preguiça e curtir a bichinha aos estertores.

Bom, então…

Tenho preguiça de gente que chia. Sabe a Bonequinha Reclaminha Miadinho da Estrella?

Pior que isso só tatibitati…

Tenho preguiça de gente muito combinadinha (camisa, cueca e meia + sapato, cinto e carteira, por ex.)

Tenho preguiça de manuais e de cantores que berram.

Morro de preguiça de quem fala muito devagar.

Passo maaaal de preguiça de gente que me pede muita explicação ou que me faz detalhar demais.

Tenho preguiça mortal de enólogos – salvo raríssima exceções.

Se me pedir pra arrumar os armários e as gavetas de documento, é capaz d’eu ter uma síncope de preguiça.

Tenho um pouco de preguiça todo dia. Ao acordar e depois do almoço, então… vixe. Tenho que me espichar que nem lagartixa pra levantar.

Tenho uma certa preguiça de gente ansiosa, embora muitas vezes me compadeça, por pura identificação.

Tenho uma preguiça, seguida de uma falta de paciência total, irrestrita- com direito a riscar a pessoa para-todo-o-sempre-amém da minha lista de convivíveis (existe isso?) -, de gente grosseira, mal educada e/ou com aquele ar de superioridade sem explicação.

Deve ter mais coisa que me dá preguiça.

… Tem umas pessoas que, só de ouvir o nome, me dão preguiça.

***

Cês viram o Dalai Lama, de alma e osso, no twitter?

www.twitter.com/dalailama

Mas os que têm me divertido mais ultimamente são:

www.twitter.com/lagartazul & www.twitter.com/naoehamor

Bafão no Planalto

Mais um vez esse sujeitos, com a certeza da impunidade, perdem o medo e tratam de fazer picaretagens e chantagens, á luz do dia… como se não houvesse nada a impedi-los… já que a lei está do lado do mais esperto, do mais poderoso. Mas é ai que a porca torce o rabo: quando o sujeito começa a acreditar que é mais esperto do que o resto do mundo.

Cartas marcadas ou não

Nossa mas isso aqui tá abandonado, hein?

Chega tem montinhos de poeira pelos cantos…

Poisé, queridos, a vida tá corridinha de verdade. Os amigos estão sumidos. Acho que todo mundo entrou na roda-viva.

Os filhotes ficaram dodóis – e com essa ‘gripe pururuca’ rondando quem foi que ficou neurótica?

EU!

Pra além disso, o único assunto nacional que tem merecido meu interesse é a candidatura da Marina Silva. O resto só tem me dado um cansaço e uma descrença da-na-dos!

Tou realmente de dedinhos cruzados. Esperando que ela e o PV tenham uma linda lua-de-mel e disso resulte uma belíssima campanha de alto nível, que desemboque num governo (nada tranquilo, devido às baixíssimas possibilidades de arranjo político. Tá, isso me preocupa, mas não desanima. Porque havemos de ter esperança na criatividade e nas boas intenções, pois não?) que melhore esse país.

O Marquinho Chagas hoje fez uma análise interessante dessa provável campanha. Espero que já esteja no blog.

Entonces, beibes, vamos em frente. E assim que der eu volto.

Deixo vocês com a carta mais bonita que eu recebi nos últimos tempos. Só aviso que estão devidamente trocados os nomes, pra preservar a identidade do remetente (que me autorizou a postagem, viu?). Curtam, como eu curti.

Neguinha,

eu tou numa das fases mais confusas da minha vida, quando o assunto sou só eu. Uma confusão gigante, a sensação de atropelamento, de estar sendo levada pela vida (que eu tinha a ilusão frágil do controle), de não conseguir administrar minha sensibilidade… de estar ou aberta demais ou dura demais, inoxidável mesmo.

Tem a minha necessidade de contemplação e a falta dela que me esvazia e enrijece. Tem a eterna vontade de me dedicar exclusivamente à familia, de fazer uma revolta feminina reversa: queimar todos os meus sutiãs de renda francesa e nunca mais ter que sair de casa pra trabalhar.

Sinto falta do silêncio… e tenho uma impaciência comigo… de não me tolerar muito na indecisão, de me cobrar sempre a postura de ser aquela que indica o rumo, a que não fraqueja, a que segura todas, sem desmontar. Apesar de compreender a bobagem que é isso… de entender que ninguém sustenta esse papel por muito tempo… Simplesmente porque ele não é real.

Não te escrevo há tanto tempo que me parecem décadas. Mas leio sempre muito, com a mesma fome e o mesmo deslumbramento. Me cerco de arte, pra me salvar da mediocridade. Musica full time, poesia homeopaticamente (as suas têm me feito uma enoooorme falta. Você me deve isso, porque me acostumou mal demais. Nem desejo as dedicadas, mas qualquer uma que venha com seu sotaque), cinema de montão, teatro quando dá, telas e e-arts um pouquinho todo dia…

Tem um cansaço enorme do mundo corporativo…das encrencas, competições, da falta de ética de tanta, tanta gente. Da deformação que a lente do poder e do dinheiro dá pra quase todo mundo. Da absoluta falta de sinceridade, da manipulação, de uma incompetência que sempre vem travestida de arrogância. E do jogo. Tou profundamente exausta do jogo. De todos e qualquer um.

Preciso voltar meus olhos, toda minha sensibilidade e os meus sentidos todos pro que eu sei que importa. Preciso. Tenho que voltar a ver o mar, as minhas árvores retorcidas, a névoa seca e a neblina, os meus bichinhos, o céu. Preciso olhar nos olhos de gente que ama despudoradamente. De quem não teme julgamentos.

Preciso do abraço morno que me sossega. Preciso do conforto do colo. Sinto tanta falta da transparência… da tranquilidade de saber que do lado de lá das minhas palavras tem alguém que jamais vai fazer mau uso delas. Tou com uma saudade malsã dos meus amigos…E preciso mesmo um pouco mais de você. Mais perto.

Fora isso, pra quem passa, parece que a vida segue normalzinha, arrumadinha, toda encaminhadinha. O trabalho tá indo bem, apesar dos doidos. A família tá ótima, todos lindos e vitaminados. Duquinha tá uma senhoura comportadíssima, calmíssima, dulcíssima, depois de dar cria. Zé Luis tá correndo atrás das coisas que ele gosta, trabalhando muito. Mas tá lá, sabe? O sexo tá ótimo, com direito a carinhos, cuidados, boas conversas…mas tá longe de mim de um jeito que eu não sei explicar.

Mônica me dá o enorme prazer de tê-la perto, me mostrando a toda hora como é importante manter a doçura. Mesmo nas piores horas. E num é que a vida dela deu, finalmente, uma guinada!? Ela tá mais feliz – que era só o que eu queria!

Paula tá ótima, administrando a vida e o marido com maestria, porque aquele marido, né? Só com intervenção divina! Mas é sempre bom ficar perto da minha irmã… é até engraçado como a gente se reconhece, sem falar nada, em quase tudo. E como demorou pra gente se acertar, né? Cê lembra o tanto que a gente brigava?

Minha amiga, espero ler você em breve. Tou na abstinência braba das suas palavras e das coisas da sua vida.

Anda logo. Não demora, tá?


Doeu ai?

Ai ai…num é?

ps: cês viram a história da conta do senhorzinho? Menina!! Num depositaram R$ 320 milhões? E ninguém sabe de onde vieram ou pra onde vão?

Aqui temos até roteiro e projeto pra fazer bom uso, viu?!



Coisas da semana

Bela no trabalho
Bela no trabalho

A Hillary rifou o Bill.

Sensacional!

Nada como uma mulher moderna dando troco…mônica is the name of the game! hahahahahaha a-d-o-r-o!

***

Essa semana foi de decisões difíceis. Todas.

Entre elas a de sair de um lugar que eu sempre quis ficar.

***

Quando eu achei que tava por dentro das novidades, me aparece ISSO.

Uma idéiazinha blefe, convenhamos. Os meninos querendo se dar bem na solidão alheia… e ainda me fazem um post dizendo o seguinte:

Fica bem claro que o serviço do Amigos de Aluguel não tem nada a ver com Pornografia ou Prostituição. Não existem mulheres em nossa equipe!”

Hein? Quer dizer o quê isso? Que Pornografia e Prostituição são questões de gênero?

Olha, eu já não tenho paciência, sacumé?
Com esses ai eu num tomo nem mei copin d’água.

Watch your words, né? No mínimo, né?

***

Tenho aqui comigo o livro de receita da minha avó Lucymar. De 1959. Capinha de tecido, feita pelas mãozinhas da Tia Cris, quando estava na 3ª série do fundamental. Tem moranguinhos de feltro, com pontinhos feitos de canetinha…

Entre um bando de coisas deliciosas, lá tem uma explicação detalhada de como fazer um chá das cinco. Lindo. Com todas as razões possíveis de se fazer um evento social como este: amigos que chegam, pra retribuir um almoço, pra comemorar o aniversário de uma filha com mais de 15 anos… Lindo. Todas as receitas, de biscoitinhos a pudins, passando por pães e tortas incriveis. Geléias delicadíssimas.

E ainda como servir desde um chá informal a um chá de gala!

Nesta época, meus avós, minha mãe e minhas tias moravam no Rio de Janeiro. No ano seguinte estariam desembarcando aqui, em Brasília, onde (sem saber) seriam vizinhos dos meus avós, meus tios… E meu pai…

Deu ni mim!

***

E depois de achar que eu tava meio cínica, meio fria, sentindo tudo muito longe de mim, hoje eu li uma coisa que me chacoalhou. Botou meu pezinho no chão. Me deu saudade de quando eu era pequena e a madrinha do meu irmão, tia Lulinha, fazia nossas caminhas, lá em Ipirá, nas férias, e jogava uma solução perfumada fresquíssima de alecrim.

Me deu saudade de quando eu via Hilda e Dadaia na cozinha. E sentia aqueles cheiros promissores…

Me deu saudade da Praça do Oiti, em Salvador. Me deu saudade da comida da casa das freiras do Colégio Rosário. Me deu saudade da Dadá, da D. Conceição Diniz… de coisas que só existiam quando eu era criança.

Leiam aqui: No Avental da Fal.

Casinha nova

Novos tempos se anunciam, virtual e particularmente. Por isso, porque eu gostei da plataforma e confiei mais no ambiente, porque eu tou pagando pra ter tudo de um jeito mais simples… Pra olhar, sentir e viver com mais simplicidade.


Espero que vocês entrem no meu cordão: gentileza e simplicidade, hoje e sempre. Amém!


Não tá bonitinha?


Essa foto que faz o header, eu tirei das águas quentes e translúcidas, com essa inacreditável cor de cobre, do Norte da Bahia.