Aniversário do meu avô

Hoje é aniversário do meu avô!!!

Dr. Henrique Lima Santos – ai em cima, na foto, com minha avó Lucinha.

Eles tiveram 5 filhos, um bando de netos (sendo eu a sortuda-primeirona, filha do filho-primeirão também!) e mais um tantão de bisnetos (dois meus!). Se vocês tão aqui me lendo hoje, é tudo culpa deles!

Como diz Djavan:

“E no balaio da construção de um homem
revejo os moldes e as massas que eu já usei
pois viver é reviver, hoje eu sei
quem eu for, já encontrei
e de quebra a experiência me ensinou:
é preciso juventude para que eu me torne avô”

E ele é jovem. Do jeito mais incrível que você puder pensar. Aberto às opiniões, sempre disposto a um bom papo, a dar conselhos, a distribuir afeto.

Provocar a indignação dos bisnetos é um dos passatempos prediletos. Do meu filho caçula, em especial. Simplesmente porque a-do-ra assistir aquele sujeitinho pernóstico, do alto dos seus 9 anos, argumentar apaixonadamente. Herança do DNA Lima Santos, de orador inflamado e infamável.

Lê seus jornais, caminha todo dia, mantém uma dieta rigorosa, com muita fruta e verdura, e mantém o peso da juventude – e a generosidade e a disposição. Dono de uma compreensão ampla da vida, tem invariavelmente uma palavra de esclarecimento e luz sobre qualquer assunto.

Toma seu whiskinho quando quer, com moderação. Não fuma. Largou o mau hábito quando fez 70 anos e NUNCA MAIS voltou.

Além disso, está sempre bem humorado, elegantíssimo e cheiroso como ele só…

Eu não posso dizer menos do que isso: é uma benção ser neta dele.

Tenho muito a agradecer.

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Oração Xamã

 

SWEAT LODGE*

 

Que você tenha hoje e a cada dia…

Felicidade para manter a doçura

Provação para manter a firmeza

Tristeza para manter-se humano

Esperança para ser feliz

Sucesso para manter a garra

Família e amigos para lhe dar conforto

Dinheiro para suas necessidades

Fé para banir a depressão

E determinação para fazer com que

cada dia seja melhor do que ontem.

 

 

 

*SWEAT LODGE É UMA SAUNA SAGRADA, usada nas cerimônias xamânicas de reverência, reconexão, agradecimento e busca do autoconhecimento. Ao entrar, saúde as quatro direções, norte, sul, leste e oeste. Reze pelas árvores (“o povo em pé”), pelos animais (“companheiros e guias”) e por todos os seres. Fogueira e cânticos também precedem o ritual maior de purificação:a sauna sagrada. Chamada pelos índios americanos de sweat lodge, e pelos andinos de temaskal, a tenda representa o útero da mãe terra.

Ao entrar nessa espécie de sauna primitiva com pedras incandescentes, impregnadas do cheiro de plantas como sálvia, cedro e capim-limão, é preciso dizer: “Por todas as nossas relações”. Ali, explicam os iniciados, assume-se um compromisso. Você não precisa ser xamã ou pajé para saber que, ao submergir na escuridão da tenda, está atendendo a dois “chamados”: buscar o autoconhecimento e contribuir para a felicidade de seus próximos e do planeta.

Faxinas, voltas, aranhas e afins

Tou voltando… aos pouquinhos, rearrumando a vida pra ter mais tempo.

Começo de ano, novos planos, projetos,  idéias… Mas pra começar tudo direitinho, teve que rolar aquela faxina básica: limpei todos os cantinhos, joguei o que não serve mais fora, tirei as teias de aranha, espantei os insetinhos.

Deu trabalho, mas eu garanto que vale a pena.

No dia seguinte, corpo moidinho e olhos novos de ver as coisas. Casa nova. Vida nova. Teve uma energia que chegou com a limpeza e outra que levou embora um monte de coisas incontabilizáveis. Amém.

Entonces, foi disso que me ocupei no dia seguinte ao Natal – Graças a Deus em muito boa companhia. Faxina de lavar, com água corrente, a casa. De tirar as coisas tooodas de dentro e reorganizar tudo em novos lugares. Novos espaços dão uma sensação diferente… De coisas possíveis. Mesmo no mesmo lugar de sempre.

Mas depois que eu descobri que era boa faxineira – em companhia de um ótimo faxineiro! 😉 –  acho que o que eu aprendi de melhor em 2010 foi ouvir, tentar esquecer os julgamentos, tentar me colocar no lugar do outro, respeitar sempre, independente do que seja e por menos que eu concorde.  E falar menos, sabe?

Então acho que em 2011 vamos continuar no treinamento.

Mas tem outros projetos em andamento.  O primeiro que já está começando é esse aqui: www.minusculosassassinatos.com.br.

Torçam, venham ver, me dêem opinião!

beijos e ‘vamo que vamo’ que a ladeira é íngreme mas a gente gosta de subida!

ps: tou pra lançar uma campanha: “Mulheres pela delicadeza no trânsito!”. Depois eu conto mais.

Assim, nem o Google…

Fiquei intrigada. O meu blog tem uma ferramenta que me mostra a partir de quais termos de pesquisa uma pessoa cai aqui.

Uns devem ficar satisfeitos e até comentam. Outros devem realmente achar um saco.

Mas e se a criatura procura “cartaz pai de santo cura + abraço + costura”… assim mesmo, tudo junto e misturado?

Eu só consigo imaginar que um nego carente quer fazer um vodu, mas esqueceu o nome do feitiço, né?

Eu acho que botar amor na causa deve resolver, viu, pesquisador baratinado?

E se o caso é ocupar as mãos e o tempo: olha que bonitinho o bonequinho ai de cima! #ficadica

***

Updayting:

Ganhei o caderninho mais lindo do mundo todo!!

Ó:

***

Asamigatudo foram e voltaram da Europa, né?

To vendo as fotos e tomando floral… Acho que vou recorrer a um Rescuezinho básico no fim do dia!

As abusadas bateram perna na Itália até não terem mais pés… ai ai, viu?

E era verão e tava quente e minha sorella ciceroneou todo mundo!

Rescue são 4 gotas, 5 X ao dia, né?

Tá.

Da chegada do amor…

– De Elisa Lucinda –

Sempre quis um amor
que falasse
que soubesse o que sentisse.
Sempre quis uma amor que elaborasse
Que quando dormisse
ressonasse confiança
no sopro do sono
e trouxesse beijo
no clarão da amanhecice.

Sempre quis um amor
que coubesse no que me disse.
Sempre quis uma meninice
entre menino e senhor
uma cachorrice
onde tanto pudesse a sem-vergonhice
do macho
quanto a sabedoria do sabedor.

Sempre quis um amor cujo
BOM DIA!
morasse na eternidade de encadear os tempos:
passado presente futuro
coisa da mesma embocadura
sabor da mesma golada.
Sempre quis um amor de goleadas
cuja rede complexa
do pano de fundo dos seres
não assustasse.
Sempre quis um amor
que não se incomodasse
quando a poesia da cama me levasse.
Sempre quis uma amor
que não se chateasse
diante das diferenças.

Agora, diante da encomenda
metade de mim rasga afoita
o embrulho
e a outra metade é o
futuro de saber o segredo
que enrola o laço,
é observar
o desenho
do invólucro e compará-lo
com a calma da alma
o seu conteúdo.
Contudo
sempre quis um amor
que me coubesse futuro
e me alternasse em menina e adulto
que ora eu fosse o fácil, o sério
e ora um doce mistério
que ora eu fosse medo-asneira
e ora eu fosse brincadeira
ultra-sonografia do furor,
sempre quis um amor
que sem tensa-corrida-de ocorresse.
Sempre quis um amor
que acontecesse
sem esforço
sem medo da inspiração
por ele acabar.
Sempre quis um amor
de abafar,
(não o caso)
mas cuja demora de ocaso
estivesse imensamente
nas nossas mãos.
Sem senãos.
Sempre quis um amor
com definição de quero
sem o lero-lero da falsa sedução.
Eu sempre disse não
à constituição dos séculos
que diz que o “garantido” amor
é a sua negação.
Sempre quis um amor
que gozasse
e que pouco antes
de chegar a esse céu
se anunciasse.

Sempre quis um amor
que vivesse a felicidade
sem reclamar dela ou disso.
Sempre quis um amor não omisso
e que sua estórias me contasse.
Ah, eu sempre quis um amor que amasse.

Dias de silêncio

Tem uns dias silenciosamente estranhos.

A casa parece que fica mais sossegada. Os meninos parecem que estão calmos a ponto de dormir antes da hora sem eu mandar. A cachorra nem abanar o rabo abana…

A TV fica mais inútil do que nunca. O telefone parece morto. Na rua, a impressão que dá é que já é alta madrugada de uma segunda-feira, emendada de feriado, sabe?

Um caminho normal, esvaziado de gente… um silêêêncio…

O bar que vive lotado baixa as portas mais cedo.

O bêbado doidinho que costuma esbravejar palavras feias de indignação contra um inimigo imaginário dorme tão sossegado…

Até o bebê do apartamento ao lado calou… devem ter viajado…

De repente, eu sinto. E o que basta num silêncio deste tamanho é isso.

Sinto uma enorme certeza de estar no meu lugar. Como nunca antes. Porque provavelmente pela primeira vez eu me sinto AQUI. SÓ. EM SILÊNCIO.

… e tudo é tão bom!

Vou tatuar nas costas

Medalha de São Bento

Na face onde está a Santa Cruz, encontramos quatro letras entre suas hastes: C S P B, que significam: Crux Sancti Patris Benedicti – Cruz do Santo Padre Bento .

Na haste vertical lê-se: C S S M L,  que significam: Crux Sacra Sit Mihi Lux – A Cruz Sagrada Seja A Minha Luz.

Na haste horizontal lê-se: N D S M D, que significa: Non Draco Sit Mihi Dux  – Não Seja O Dragão O meu Guia.

Em volta da Medalha, circundando a cruz, figuram as letras: V. R. S. N. S. M. V. S. M. Q. L. I. V. B., que representam: Vade Retro Satana,Nunquam Suade Mihi Vana, Sunt Mala Quae Libas, Ipse Venena Bibas – Retira-te Satanás, Nunca Me Aconselhes Coisas Vãs, É Mal O Que  Tu Ofereces, Bebe Tu Mesmo Os Teus Venenos.

Na outra face aparece então a efígie de São Bento, contendo em uma das mãos a Cruz e na outra a Regra escrita por ele. Ainda vêem-se escritos também Crux Sancti Patris Benedicti – Cruz do Santo Padre Bento

shhhhhhhhh!!

Procurei esse vídeo por um booom tempo…  nunca me lembrava da letra, nem um pedacinho pra Googlar… na-da. Lembrava da melodia, de uma Big Bang entrando… mas nada que pudesse me salvar.

Hoje, a Ana, minha amiga querida e fofa do Rio, de repente colocou “Shhh! it’s all so quiet!” no status dela do gtalk e eu… choquei!

Tava lá a Bjork ( me desculpem os amantes dela) na única música dela que eu AMO!

Brigada, Aninha!!! U made my day!!!