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Lonely Rainbow Queen

Eu acabei de descobrir esse ilustrador.

O nome dele é Emmanuel Malin.

…E eu tou a-pai-xo-na-da!

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Não vai parar de chover nunca mais, Vera?

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Trabalho, café e um belo tablete Cacau Show Orgânico, com 52% de sólidos de cacau… nada mau.

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Comi lasagna de bacalhau, feita pela vovó. Dilícia!!

Mas tou meio enjoada de bacalhau. Toda semana santa da minha vida teve bacalhau. E lá se vão 36, rumando pra 37. Num quero mais, não.

Tou pensando em “inventar moda”.

Se vc tiver uma coisa bem diferente, vc me manda?

email para: bela.caleidoscopica@gmail.com.

Meu espírito e meu estômago agradecem antecipadamente.

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Eu recebi por twitter a dica do Mylifetime.com

Mas o que me pegou mesmo foi  “The Break Up Diaries”.

Adolei!

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Tou me coçando pro dois motivos:

Leite Derramado &

Palavra (En)cantada.

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Pronto. Acabô-se a brincadeira!

Pode voltar!

Minha saudade já tá incomodando demais!

A terra pede Chuva …moi aussi

“Traga-me um copo d’água, tenho sede
E essa sede pode me matar
Minha garganta pede um pouco d’água
E os meus olhos pedem teu olhar

A planta pede chuva quando quer brotar
O céu logo escurece quando vai chover
Meu coração só pede teu amor
Se não me deres, posso até morrer”

Quando eu começo a sonhar com a chuva, entendo que bastou, sabe? Deu! Não só do tempo, do clima…Mas de um bando de sêcas na minha vida.

Não costumo reclamar, me lamentar, ficar rodando em torno de alguma coisa que me incomode, até porque não tenho muita paciência. Num tenho muita tolerância pra esses pântanos. Minha alimentação é solar, minha cabeça, idem e meu coração deve até fazer fotossíntese.

Porque, olha, de poço eu só quero saber se for artesiano, se for pra jogar moeda ou pra dar uma nadadinha, dependendo da qualidade.

…mas que o clima PEDE chuva, ah pede!

É de manhã, vem o sol, mas os pingos da chuva que ontem caiu…

Sábado de manhã, sol com nuvens, Caetano “cantando eu mando a tristeza embora…”.
Uma preguiça infinita, modelo daqui-eu-num-saio-daqui-ninguém-me-tira. Fome/gula de acordar comendo que nem uma francezinha (croissants e manteigas e queijos deliciosos e chocolate quente) e a manhã voa…dá uma estranha sensação de poutz, eu perdi a metade do dia.
…Mas é sábado, vai. E eu posso perder até o dia inteiro preguiçando, uma vez ou outra. Sem culpa (é, eu tento).

Ai eu lembro como eu gostava, quando era menina, de ficar deitava, num dia como este – nem frio, nem quente, fresquinho e gostoso -, só admirando as coisas ao meu redor. E ganhei dessa época um encantamento que eu tenho comigo, de ver as pessoas que eu amo fazendo coisas simples, como se fossem as mais importantes do mundo. E que, na verdade, são.

E eu fazia um joguinho mental absolutamente solitário, que era o de “dedicar” a cada tarefa de cada pessoa, uma música. Às vezes era engraçado. Mas como sempre fui besta e mole pra rir, rir sozinha também virou um dos meus esportes.

Fiquei vendo meu filho mais velho dando comidinha e água pra Gaia, nossa cachorrinha, de um jeito doce e, que eu me lembre, deve ser a primeira vez que ele faz isso sem ninguém mandar. Pensei que ele já ta assumindo a própria vida. Ele deu outros sinais disso já, com a escola e a namorada e tals. E com a curiosidade com a cozinha, que eu, particularmente, acho lindo e encantador.

E ele ganhou ares de moço, estabelecendo prioridades, fazendo escolhas que eu até hoje acho difíceis de fazer…como não querer ir a um almoço de família porque acho mais importante, neste momento, ver os meus amigos. E ele é libriano – o que por si só já embute na pessoa uma dificuldade de decidir – mas ele decide, escolhe e enfrenta com doçura os questionamentos de, por exemplo, não ir ver os avós, neste caso. Eu fico UAU, como diz a Mary W.

“Oh, meu amigo, meu herói

Oh, como dói saber
Que a ti também corrói
A dor da solidão
Oh, meu amado, minha luz
Descansa tua mão cansada
Sobre a minha
Sobre a minha mão
A força do universo não te deixará
O lume das estrelas te iluminará
Na casa do meu coração pequeno
No quarto do meu coração menino
No canto do meu coração espero
Agasalhar-te à ilusão
Oh, meu amigo, meu herói.”

Porque a solidão não é só tristeza, é também essa coisa de tomar decisões by yourself, né? E crescer não é indolor.

Chove chuuuva


Hoje choveu e eu entendi a Vera.
Ela disse outro dia, quando reclamei da seca, que ela não só não se incomodava, como achava mesmo linda essa cidade sem água.

É que na chuva as pessoas somem das ruas e dão lugar aos carros hermeticamente fechados, quase blindados. E Brasília é uma cidade que precisa dos humanos circulantes para se justificar como lugar onde pessoas vivem. Lindamente reta, moderna, ampla, deve até mesmo ter sido inspiradora das placas de computador por semelhança e retidão, ela se desumaniza na chuva.

As pessoas se guardam em casa, em shoppings, em teatros, nas casas alheias. Não se anda na rua, não se vê o outro. Isso é muito estranho. Não me habituo.

Vera, bora comprar um par de capas de chuva divertidas, como as coisas da Denize, e inaugurar um novo modo de viver aqui?

Capas de chuva de joaninhas, de orquídeas, de girassóis, quadriculadinhos, de ipês amarelos vão lotar as ruas da nossa cidade, com esse céu tingido de cinza. De galochas coloridas!

Bora, Vera?

CHOVE CHUUUU-VAAAA!

Amigos, cumpañeros, amorecos de mi corazón,

São 21horas e 45 minutos e…

… CHOOOOOOVEEEEE TORRENCIALMENTE NO DISTRITO FEDERAL.

Nem se *chovesse homem* eu ficaria mais satisfeita (sem trocadilhos, por favor!).
É que “eu sou o Funga-funga”( se vc tem menos de 30 não vai saber o que é isso,
mas googla lá que vale a pena. Especialmente se vc tiver filhos),
sentindo esse cheiro de chuva, depois de tão longa sêca…ai ai…