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shhhhhhhhh!!

Procurei esse vídeo por um booom tempo…  nunca me lembrava da letra, nem um pedacinho pra Googlar… na-da. Lembrava da melodia, de uma Big Bang entrando… mas nada que pudesse me salvar.

Hoje, a Ana, minha amiga querida e fofa do Rio, de repente colocou “Shhh! it’s all so quiet!” no status dela do gtalk e eu… choquei!

Tava lá a Bjork ( me desculpem os amantes dela) na única música dela que eu AMO!

Brigada, Aninha!!! U made my day!!!

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Memória auditiva

Eu não gosto muito dela, não. Mas a gente tem que reconhecer a técnica da moça…apuradíssima. Vê-se que ela tem berço e mamãe fez um ótimo trabalho, né?

Ela coloca a voz em cada notinha, com perfeição. Embora eu não goste muito do tom, sei lá… uma coisa meio agudinha demais pro meu gosto. Falta uma potência…sacumé?

O que me pegou mesmo foi ter escutado de novo essa música, depois de taaaanto tempo. Eu devia ter uns 10 aninhos quando ouvi pela última vez.

Vieram muitas lembranças e sensações. Umas coisas de cheiros e lugares que eu estive e revisitei só de ouvir isso. Tão bom!!

Warning: cola no player mental.

Olha a letra:

Rumo
Estrada turva

Sou despedida
Por entre
Lenços brancos
De partida
Em cada curva
Sem ter você
Vou mais só

Corro
Rompendo laços
Abraços, beijos
Em cada passo
É você quem vejo
No tele-espaço
Pousado
Em cores no além

Brando
Corpo celeste
Meta metade
Meu santuário
Minha eternidade
Iluminando
O meu caminho
E fim

Dando a incerteza
Tão passageira
Nós viveremos
Uma vida inteira
Eternamente
Somente os dois
Mais ninguém

Eu vou de sol a sol
Desfeito em cor
Refeito em som
Perfeito em tanto amor

João e Lobão

Eu amo João, mas ele é uma unanimidade. É como achar o Brad Pitt bonito. Não tem jeito, todo mundo acha: homem, mulher, criança, até as borboletas e as minhocas se pudessem vê-lo.

Mas o João Gilberto foi o responsável por me ensinar a sua versão de uma das primeiras musicas ditas infantis que eu amei : Lobo Bobo (de infantil não tem na-da! ). E foi por causa dele também que criamos, lá em casa, o primeiro dueto meu e da minha irmã: Chega de Saudade (que a gente cantava a pedido da família, especialmente do papai.). Daí, além de todos os adjetivos atribuídos a ele pela maioria,  João virou parte da minha história…

Hoje, desavisada,  eu ouvi mais uma vez, essa versão dele pra uma musica que eu já amava, do Grande Lobo (Me Chama). E fiquei passadinha, mudinha, completamente embalada pela voz suavíssima, pelo violão minimal, pelos versos…

Fiquei matutando:  como é que o rock e a MPB, dois conceitos tão diferentes, encontraram nessa gravação uma simbiose tão perfeita?

Não é que tudo nessa vida é o jeito de fazer?

A gente aprende com tudo quanto é coisa, quando quer…

Ouçam:  

I may know the word

I may know the word but not say it I may know the truth but not face it I may hear a sound a whisper sacred and profound but turn my head indifferent I may know the word but not say it I may love the fruit but not taste it I may know the way to comfort and to soothe a worried face but fold my hands indifferent If I’m on my knees I’m begging now if I’m on my knees groping in the dark I’d be paying for deliverance from the night into day but it’s all grey here it’s all grey to me I may know the word but not say it this may be the time but I might waste it this may be the hour something move me someone prove me wrong before the night comes with indifference if I’m on my knees I’m begging now if I’m on my knees groping in the dark I’d be praying for deliverance from the night into the day but it’s all grey here but it’s all grey to me I recognize the walls inside me I recognize them all I’ve paced between them chasing demons down until they fall in fitful sleep enough to keep their strength enough to crawl into my head with tangled threads they riddle me to solve again and again and again