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Ói nós aqui travêiz

Ééééé. Tamo de volta, beibes.
Chove, eu fico desanimadíssima. Tem muito dendê no meu sangue eu ainda não peguei o ritmo.
Essa vida burocrática da volta realmente me contraria.Mas enfim… é isso ai.
Para o alto e avante, né?

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Caras, eu tou com o cabelo vermelho, queimado de sol e tava achando o máximo. Mas hoje eu fui ver novela das oito e tá lá a matusquela da cantorinha gritadeira, a bonequinha esganiçadinha da estrela toooda ruiva. OU eu OU ela, né?
Pinto de castanho a-m-a-n-h-ã!
Ah num fica chocado, vai! Num sabia que eu pintava o cabelo?
ó Deus!
…se liga na contagem, nêgo!

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O cabrón no Bigsinbroguis acaba de falar latin… socorro!

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Cês também tão apaixonadas pelo ghost-writer do Obaminha?
Ah, cara…27 aninhos. Coisa Linda de Deus!
Vamo lançar uma campanha pras mulheres do mundo: JON is my number!?

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ééééé… o reservatório de bobagem tá beeem cheio.
Nada como o ócio criativo!
(vai crendo na segunda parte da teoria vai vai…)

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Tatu do Bem*

* melhor adesivo de carro dos últimos tempos. Com a Imagem do tatu, craro!

Questões ardentes me impedem de vir aqui, quéridos. Latentes, urgentes e flamejantes. Mezzo inferno, mezzo fogueira das vaidades, por supesto. Nada de muito interessante, a não ser pra mim, nesse meu mundinho de coisas agitadamente mal colocadas, pessimamente e injustíssimamente mal distribuídas.

Outro dia um amigo disse assim: “você continua nessa sua missão diária de embalar atritos e ninar desastres?” E eu rodando outro pensamento na plataforma anexa: é…e mais que tudo e principalmente me esquivando da loucura…porque é só isso mesmo. Não tem como escapar em definitivo. Corre prum lado, esconde atrás da pilastra e deixa-A, A louca, passar correndo. Pra depois ela retomar o prumo e voltar com tudo. O que só me dará o tempo exato de dar meia abaixadinha, com uma virada de quadril pro ladinho… e deixar La Lôca passar de novo, raspando, tirando tinta… A tentativa é só essa: Escapar.

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Saudade morninha de ter sossego.

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“Menino, é bom ficar de olho ai
Que tudo é desse mundo
Surpresa também
Espinho é bem mais fundo
Destino também
O amor tá quase mudo
Minha voz também
Cruel é isso tudo”

(CRUEL – Luiz Melodia e Escola de Música da Rocinha)

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Vi Beijo Roubado, the movie, de Wong Kar Wai, com o deslumbramento do Jude Law e a foufa da Norah Jones.
Fias,
vejem bem, traz a mais nova cena inesquecível de beijo de filme da história de Ruliúdi!
Tem os zói dele, o cabelo dele, a boca dele, as mãos dele e a voz dela. É um filme que te faz orar por uma nova tecnologia com aroma, sacumé?
Ah, porque eu dava tudinho pra sentir o cheiro daquele lugar, daquele cigarro, daquele cangote!
Tipo assim: pra ver sem desgrudar. Não, não dá vontade nem de comer pipoca.
Talvez um chocolatinho no final. Ou uma Blueberry Pie com uma bola de sorvete… (suspiros)

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Eu tenho siricotico azul quando não lembro de uma coisa. E o Seu Jaime não me permite lembrar onde txongas foi que eu vi o Heath Ledger declamando Cummings. E essa meleca de YouTuba não me respeita, né mesmo?
Mas é de desmaiar. Assunte pelaê.
E me mande se achar, okey dokey?

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Beibe, que horas são?
23h.

Onde ocê ta?
Me bôi a mi casita.

E ta fazendo o quê, uai?
Nadica.

E ce sabe que dia é hoje?
Um-hum… é Sexta.

E a amizade animadora do outro lado da linha responde: “NÚ!”

…Tu … tu … tu… tu ….

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Caio: Mãe, cadê O passeio de Catxoro?
Eu: Cadê o quê, menino??
Belinha gaguejando de tanto rir: Tia, é “A Viagem de Chihiro”!

Nada novo no front

Ah eu ando enjoada. Sem muita vontade de jogar conversa fora, sem muita paciência, sem muito ânimo pra novidades, sacumé?
Um pavio cuuuurto pra chatices de todos os gêneros, de gente a idéias.
Ai eu caio nos braços do que eu já sei que é muito bom. E fico comendo coisinhas comprovadamente deliciosas, lendo Eça, Rosa, Clarice, Drummond…e rodeada de gente que eu já sei que eu amo e pronto.

Minha redoma é assim, cheia de coisas confortáveis. Nada de vidro.

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SeeqPod Music beta – Playable Search

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Vago por labirintos espelhados
Feitos de duros bronzes e de prantos
Ando por descaminhos tais e tantos
Que seus desvios geram destroçados

Clarões de perdição, alcatilados
Declives enganosos, e mais quantos
Desconcertos couberem na alma
(…)

Hélio Pellegrino