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Happy-go-Lucky ou Poppy, o saquinho de risada

Bela falando de cabelos vermelhos

(eu, de cabelos vermêioooos,
com uma cara de cansadaaaaa)

“Tabáia, tabáia, tabáia, nêga”, né?

Quero pedir altas.

 

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Mas, no meu domingo chuvarento e sem filhos e/ou marido, fui ver Happy-go-Lucky, de Mike Leigh (Simplesmente, Feliz! – hahaha o paraíso tropical dos tradutores é aqui!).

Vai rolar spoiler. Não leia se ainda vai ver, embora eu não recomende muito…  espera sair no DVD que é melhor. Sério.

Poppy fez trint’anos. Essa moça Poppy é uma otimista, sorridente, fluffy, naive, que passa o filme todo rindo. Um riso meio abestado, devo dizer. E silêncio é um negócio que num rola na vida da moça, nem sob pena de degola. Eu tava pra dizer: shut the f**k up! E a voz? A voz de onze aninhos…

Até o par romântico (que a gente ora que venha logo e tome uma atitude pra tirar a moça da sessão infanto-juvenil e ela pare de falar como uma bebê que mia – anfam sabemos dos poderes sobrenaturais de uma boa, digamos educadamente, ‘sacudida’), quando chega tem olhos de criança, tamanho de gorila e um queixo, meu bem, que é a expressão máxima de teratológico. E bobo. Mas bobo de dar dó, pobrezinho.

Eu de-tes-tei as roupas de louca dela. Das meias eu tive espasmos no cinema…Não gostei nadinha. Até a música-tema beira o circense.

E ela ainda acha que tem que passar perengue (sempre com aquele sorriso e o bom humor inseparáveis e… histeriquinhos)?! Yo, despues de los trenta, não acho que eu tenho que passar coisa nenhuma de perrengue! A bicha doida corre atrás das encrencas, sabe? Deus que me livre. Pra mim, só do que eu não puder me esquivar, sim. Grata.

Precisa ver o tal do Scott, que é o instrutor de auto-escola dela… sabe quem é que faz o cabra? Aquele que fez  A Vida Secreta das Palavras, o Eddie Marsan (tenho que googlar pra saber os nomes. Não decoro nunca!), com aquele olho de doido, que me faz ficar esperando O piti, a qualquer momento. Ele faz um desequilibradão, stalker. Tá perfeito ele. Chega me deu nos neuvo.

Na verdade, se é pra levar como uma caricatura, va lá… mas sem roteiro, beibe?

O que valeu foi a companhia mais que agradável, o sorvete de tapioca, o espressinho e os biscotinhos de castanha do Pará.

Merci, amorecas!

Ave, Saborella!

 

ps: Família Kzam, quedê o site?
ps2: quérido, lembrei de vc a cada brickzinho.
… e a cada Pub! ;o)

 

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Fiz a farra do boi na livraria Cultura!

Tou tão feliiiiz!

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