Arquivo da tag: Vera

Milicosas

O mundo tal e qual você conhece não será mais o mesmo. A vida não será mais a mesma. A sua comida nunca mais vai ser a mesma.

Se vc gosta da zona de conforto do seu cotidiano, não clique nesse link, não vá ao site, não conheça o espetacular e descabelado Paulo de Oliveira. Tédio na cozinha, NEEEEEVER MOOOORE!

Agora, se vc “atóoora o perigon”, venha ver:

(tipos, eu quase mandei um zémêio pedindo ele em casamento, caras. Adogay!)

***

Mil Casmurros todo mundo já viu, né?
Notícia velha, né?
Tá.
…mas não é sen-sa-cio-nal?

***

Gente, amanhã o Corpo de Bombeiros (aqui de Brasília) vai mandar as doações para Santa Catarina. Quem tiver coisas pra doar, por favor, entregue nos seguintes endereços:

:: Só Cadeiras e Poltronas
W3 Sul – Quadra 508 – Bloco C – Loja 17

:: Recreativa Pandiá Calógeras
Associação dos Subtenentes e Sargentos do Exército de Brasília
QRS – AE S/N – Setor Militar Urbano

Também estão disponíveis três contas correntes para auxílios de qualquer valor, em nome do Fundo Estadual da Defesa Civil (CNPJ 04.426.883/0001-57). São elas:

:: Banco do Brasil – Agência 3582-3, Conta Corrente 80.000-7
:: Besc – Agência 068-0, Conta Corrente 80.000-0
:: Bradesco S/A – Agência 237, Conta Corrente 09484

Gente, a coisa lá tá pretézima! Ajudemos, pois!

***

Minha frase de camiseta preferida da vida (By Vera):
“Caititu fora da manada é papá de onça”

***

Cês querem saber de moi?
Assim, ó, cês não vão querer saber.
Eu sai pra almoçar tava sol… Voltei ensopada!
Meu pés fazem choft, choft, choft.
Num tô pra papo.

Pidêite: tomei um licorzin’ da hora, mana.
Coração quentin.
Cafezin.
Puxa a cadeira e râmo batê papo?
Anúncios

Chove chuuuva


Hoje choveu e eu entendi a Vera.
Ela disse outro dia, quando reclamei da seca, que ela não só não se incomodava, como achava mesmo linda essa cidade sem água.

É que na chuva as pessoas somem das ruas e dão lugar aos carros hermeticamente fechados, quase blindados. E Brasília é uma cidade que precisa dos humanos circulantes para se justificar como lugar onde pessoas vivem. Lindamente reta, moderna, ampla, deve até mesmo ter sido inspiradora das placas de computador por semelhança e retidão, ela se desumaniza na chuva.

As pessoas se guardam em casa, em shoppings, em teatros, nas casas alheias. Não se anda na rua, não se vê o outro. Isso é muito estranho. Não me habituo.

Vera, bora comprar um par de capas de chuva divertidas, como as coisas da Denize, e inaugurar um novo modo de viver aqui?

Capas de chuva de joaninhas, de orquídeas, de girassóis, quadriculadinhos, de ipês amarelos vão lotar as ruas da nossa cidade, com esse céu tingido de cinza. De galochas coloridas!

Bora, Vera?